sábado, 28 de junho de 2014

Um poema com palavras muito simples, sobre o cheirinho a terra molhada, que vem com as primeiras chuvas e sobre o som da água que as acompanha

Antecipando a felicidade que vem nesses dias cinzentos, mas cheios de nostalgia, o simples prazer de um passeio traz essas pequenas perfeições sensoriais que me fazem abrir o coração ao mundo. Banhada em águas do passado é baptizada a terra que piso, o seu perfume trazendo memórias de divertidas ingenuidades. 
Melhor que isso, apenas a doce canção de embalar da água a cair lá fora, que me leva tão suavemente a belos e longos sonhos, e cria o ambiente perfeito para qualquer artista músico ou escritor viajar pelo mundo da inspiração.

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