Feio na sua beleza, e belo na sua história.
O que seria de um corpo, orgânico e efémero, sem
as marcas visíveis de um passado em luta contra a máquina por onde o pequeno e
egocêntrico homem universal opera, por detrás dos nossos olhos e entre os
nossos ouvidos.
Outros, que felizes por terem cumprido o seu
dever natural comportamental e espiritual, dividindo-se num outro que é e será,
exibem serenamente o que de dois e em nove, fez um.
Podera a perfeição habitar na caixa de pele por onde tocamos o mundo,
mas caso fosse, não seria de certo a mesma coisa.
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