Frio e
quente, um sentimento estranho e paradisíaco que nos leva a vasculhar nos baús
perdidos enferrujados e poeirentos de um passado bem presente que passou,
levando a histórias surreais do Eu numa autobiografia compilada e declamada
alegremente e sempre pronta em qualquer conversa de rua.
Basta uma
simples melodia, um cheiro único, uma semelhança repetida não aleatoriamente no
tempo, para despoletar tais halucinações mentais queridas e guardadas no que
para sempre definirá a presença momentânea na realidade que vivemos,
alterando-a de modo incompreensível.
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