Filho do Homem empresarial e revolucionário das massas
rotineiras que tentam definir a verdade universal sobre o sentido do viver,
vieste atirar aos poços de suicídio imaginativo uma luz negra que queima os
tijolos do monumento erguido pelos deuses da moral, e que em segundos e para a
eternidade definiste o ícone simbólico do anti-humano e do anti-espiritual e do
anti-pátria e do anti-vizinho e mais do que tudo do anti-irmão.
Que alegremente
na tua barba marcaste em cicatriz de fogo essa testa iluminada de ideias de
guerra à cultura e respondes-te ao psicólogo com provocações e gritas-te ao
mundo numa língua não morta, mas presa pelos recantos mais infelizmente pobres
do cérebro moderno.
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