sábado, 28 de junho de 2014

Um poema sobre o número 3

Simples ciência matemática ou representação metafísica, o número perfeito adoptado em filosofias e teologias une o impossível pai ao mortal filho e espiritual presença, o palpitante coração à confusa mente e frágil corpo, e define tão poeticamente as horas que fogem de cada vida humana, a de feliz ingenuidade, de confiante acção, e de inevitável aceitação.

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