sábado, 28 de junho de 2014

Um poema sobre a beleza que se encontra em algo profundamente horrível

Caminhei por estradas de cuspo negro e pútrido de vermelho vingativo sem olhar para trás, 
Vivi o mundo queimado, a arder das e nas almas dos macacos que ousaram vestir as calças do fascismo,
Vomitei os murros e facas que cairam do céu como neve lenta que mata devagar,
e no fim de tudo, a consciência inconsciente delinquente esquizofrénica pseudo-espiritual e oca de uns 80 anos a engolir essências e histórias de morte e vida, não me impede de sorrir.

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