Qual maldição misteriosa gravada nas vestes humanas
mais condicionadas ao afecto corrosivo das tempestades sazonais e distópicas do
dia-a-dia, vens assim tão alegremente sujar o puro que gerações criaram na sua
perfeição cor de pele.
Montanhas vermelhas erguem-se para o exterior não
contido da epiderme prendida e maltratada, que com banhos lavados e
repetitivos, ritualísticos sem questionar, a luta impossível contra a cicatriz
que por nada deste mundo se quer esconder.
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