sábado, 28 de junho de 2014

Um poema sobre o Mundial

No verde campo de batalha sobre as luzes incandescentes dos holofotes e os gritos louco de milhares de almas ansiosas pelas batalhas prestes a decorrer, numa última moderna e humilde tentativa de combate nacionalista, esses países que atiram as suas tradições atrás de uma bola fazem o pobre esquecer e o triste sorrir por noventa excitantes e minutos.
Confiantes e de trunfo bem a descoberto, marchámos contra o povo que envergonhadamente escreveu o capítulo mais esquizofrénico da nossa história, apenas para no campo de batalha aprendermos uma valiosa lição universal.
Mas neste belo teatro de luzes e marionetas bilionárias se escondem terríveis conspirações e convites à racional anarquia. Lutem então caros espíritos revolucionários, pois a justiça vos pertence.

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