sábado, 28 de junho de 2014

Um poema sobre a FCUL

Nos confins escondidos desprezados e confundidos de uma Europa claustrofóbica, orgulhosa na sua rebeldia perante as irmãs mais velhas do conhecimento no centro da grande praia mundial ergue-se essa fénix da sabedoria, renascida das cinzas num azul académico e humilde, que do seu intemporal amor dá ao universo os deuses do amanhã que irão salvar a humanidade de si próprio. 
Pais estudiosos da Vida, Filhos aventureiros da Curiosidade, Mães sedentas de Ideias. A grande e perpétua família que de uma realidade felizmente incompreendida faz desses belos porquê's a evolução da consciência humana, escrita e re-escrita na viagem à iluminação naturalista e compreensão absoluta da alma.

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