sábado, 28 de junho de 2014

Um poema sobre um sítio onde não se distingue onde acaba a vida e começa a morte

O sombrio e desconhecido acordar eterno de uma vida longa e fugidia faz o medo tumoroso nos cérebros desses abençoados mortais, cujo mistério da noite eterna assombra a veia filosófica de todos os que ousam velejar por esses mares não marcados no mapa da consciência.
Mas não te assustes, pois a transcendência da alma quente e viva torna-se orgásmicamente na surreal viagem que muitos desejam conhecer, e com a última inspiração os fractais inexistentes à retina humana saiem do esconderijo ilusório do universo para te levar. Divino Psicadélico.
E com os pés no limite inexistente do abisso paradoxal que se confunde com o céu, o Homem realmente e finalmente em Homem se torna.

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