sábado, 28 de junho de 2014

Um poema sobre sogras boazinhas

Que alegria e êxtase ver, num mundo de enraizados clichés e fúteis concepções da psicologia comportamental humana, exemplos de compaixão divinal e pura para com o estranho e desconhecido, símbolos dignos de adoração espiritual e intelectual, Budas na Terra. 
Elas, que alegram e deixam-se alegrar nesses mergulhos existenciais de perfeita confiança no outro, e, no fim de contas, nelas mesmas.
Para quê odiar a razão e ícone de felicidade daquilo que nem sequer nos pertence? 
Mais vale um coração amante que dois empobrecidos de compaixão.

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