Que alegria e êxtase ver, num mundo de
enraizados clichés e fúteis concepções da psicologia comportamental humana,
exemplos de compaixão divinal e pura para com o estranho e desconhecido,
símbolos dignos de adoração espiritual e intelectual, Budas na Terra.
Elas, que alegram e deixam-se alegrar nesses
mergulhos existenciais de perfeita confiança no outro, e, no fim de contas,
nelas mesmas.
Para quê odiar a razão e ícone de felicidade
daquilo que nem sequer nos pertence?
Mais vale um coração amante que dois
empobrecidos de compaixão.
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