domingo, 29 de junho de 2014

Um poema sobre o que sente a última das inflorescências de um dente de leão, sozinha à espera de também ela ser levada pelo vento

Ao contemplar todos meus irmãos voarem alegremente pelos ventos de este, como pequenos anjos brancos a caminho de um novo paraíso, a hora da derradeira e espiritual viagem está prestes a começar.
Ainda preso pela minha origem e memórias, um sopro mais e também eu seguirei o delicioso chamamento pela minha divina metamorfose, já à bastante tempo desejada em sonhos e esperanças.
Como serei belo, e orgulhoso manterei o meu justo lugar ao sol, para uma vez mais na antiga e esotérica história da grande Mãe, gritar a minha existência ao mundo.

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