Das páginas amarelas e desgastadas pelo tempo nas biliotecas
filosóficas da imaginação humana, vem o trágico relato dessa besta de Homem,
adorada renegada e escondida no quotidiano moderno do cidadão obedientemente
são.
Tu, que até à destruição prematura da beleza de ferro fostes condenado a perpetuar metaforicamente os confins da psicologia dos meus e teus e nossos vícios inconscientes, essas pedras que esmagam os corações na montanha negra de mais um dia que passa na vã procura e repetição do inalcançável, do céu na terra, da flor no deserto.
Lentamente carrega o seu para sempre presente passado nos seus arrependidos braços, chorando lágrimas de "Se"s e esperanças de erupções revolucionárias ao mundano, e ainda gritando palavras dementes e esquizofrénicas aos ouvidos dos deuses, juízes da alma sentados no centro da nossa consciência, alegres e amnésicos na sua inteligência.
Tu, que até à destruição prematura da beleza de ferro fostes condenado a perpetuar metaforicamente os confins da psicologia dos meus e teus e nossos vícios inconscientes, essas pedras que esmagam os corações na montanha negra de mais um dia que passa na vã procura e repetição do inalcançável, do céu na terra, da flor no deserto.
Lentamente carrega o seu para sempre presente passado nos seus arrependidos braços, chorando lágrimas de "Se"s e esperanças de erupções revolucionárias ao mundano, e ainda gritando palavras dementes e esquizofrénicas aos ouvidos dos deuses, juízes da alma sentados no centro da nossa consciência, alegres e amnésicos na sua inteligência.
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